sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Biografia de Ignácio de Loyola Brandão

Ignácio de Loyola Lopes Brandão (Araraquara31 de julho de 1936) é um contistaromancista e jornalista brasileiro1 .
Filho de um ferroviário, seu primeiro trabalho informal de jornalismo foi em uma crítica de cinema no jornal A Folha Ferroviária, em 19521 mas, desde pequeno, Loyola sonhava conquistar o mundo com sua literatura; se não, pelo menos voltar vitorioso para sua cidade natal. Sua carreira começou em 1966 com o lançamento de Depois do Solo, livro de contos no qual o autor já se mostrava um observador curioso da vida na cidade grande, bem como de seus personagens. Trabalhou como editor da Revista Planetaentre 1972 e 19762 .
Dono de um "realismo feroz", segundo Antonio Candido, seu romance Zero foi publicado inicialmente em tradução italiana. Quando saiu no Brasil, em 1975, foi proibido pela censura, que só o liberou em 1979.1 .
Em 2005, virou cronista do jornal "O Estado de São Paulo"1 e em 2008, o romance O Menino que Vendia Palavras, publicado pela editora Objetiva, ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano.3 1

Resumo do livro segredo da nuvem

O livro O segredo da nuvem conta a história de um homem chamado Ivo, um pai de família que adorava ir ao cinema depois de sair do trabalho, para esfriar a cabeça antes de ir para casa. Mas um dia quando ele estava no cinema Ivo é interrompido por algumas pessoas pedindo para ele tirar o chapéu, mais Ivo não estava usando chapéu, mais na verdade ele estava com uma nuvem sobre a cabeça e nem sabia. Todos achavam estranho nunca tinham visto um homem com uma nuvem sobre a cabeça, essa nuvem faz com que a vida de Ivo virasse de ponta cabeça, mais até que foi bom Ivo passou a ver as coisas com outro lado, passou a ser uma pessoa mais feliz e ser mais paciente com as coisas.
A nuvenzinha serviu de lição para Ivo, ele vivia sempre ocupado trabalhando e ia ao cinema tinha sua família mais ele mudou, aprendeu que nada na vida acontece por acaso, tudo na vida da gente acontece por algum motivo, ou para aprender a valorizar o que realmente importa.

Biografia de Cecília Meireles

Cecília Meireles
"...Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda..."

(Romanceiro da Inconfidência)

Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, CecíliaBenevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:

"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.

(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."
Conclui seus primeiros estudos — curso primário — em 1910, na Escola Estácio de Sá, ocasião em que recebe de Olavo Bilac, Inspetor Escolar do Rio de Janeiro, medalha de ouro por ter feito todo o curso com "distinção e louvor". Diplomando-se no Curso Normal do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, em 1917, passa a exercer o magistério primário em escolas oficiais do antigo Distrito Federal.

Dois anos depois, em 1919, publica seu primeiro livro de poesias, "Espectro". Seguiram-se "Nunca mais... e Poema dos Poemas", em 1923, e "Baladas para El-Rei, em 1925.

Casa-se, em 1922, com o pintor português Fernando Correia Dias, com quem tem três filhas:  Maria Elvira, Maria Mathilde e Maria Fernanda, esta última artista teatral consagrada. Suas filhas lhe dão cinco netos.

Publica, em Lisboa - Portugal, o ensaio "O Espírito Vitorioso", uma apologia do Simbolismo.

Correia Dias suicida-se em 1935. Cecília casa-se, em 1940,  com o professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo.

De 1930 a 1931, mantém no Diário de Notícias uma página diária sobre problemas de educação.

Em 1934, organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro, ao dirigir o Centro Infantil, que funcionou durante quatro anos no antigo Pavilhão Mourisco, no bairro de Botafogo.

Profere, em Lisboa e Coimbra - Portugal, conferências sobre Literatura Brasileira.

De 1935 a 1938, leciona Literatura Luso-Brasileira e de Técnica e Crítica Literária, na Universidade do Distrito Federal (hoje UFRJ).

Publica, em Lisboa - Portugal, o ensaio "Batuque, Samba e Macumba", com ilustrações de sua autoria.

Colabora ainda ativamente, de 1936 a 1938, no jornal A Manhã e na revistaObservador Econômico.

A concessão do Prêmio de Poesia Olavo Bilac, pela Academia Brasileira de Letras, ao seu livro Viagem, em 1939, resultou de animados debates, que tornaram manifesta a alta qualidade de sua poesia.

Publica, em 1939/1940, em Lisboa - Portugal, em capítulos, "Olhinhos de Gato" na revista "Ocidente".

Em 1940, leciona Literatura e Cultura Brasileira na Universidade do Texas (USA).

Em 1942, torna-se sócia honorária do Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro (RJ).

Aposenta-se em 1951 como diretora de escola, porém continua a trabalhar, como produtora e redatora de programas culturais, na Rádio Ministério da Educação, no Rio de Janeiro (RJ).

Em 1952, torna-se Oficial da Ordem de Mérito do Chile, honraria concedida pelo país vizinho.

Realiza numerosas viagens aos Estados Unidos, à Europa, à Ásia e à África, fazendo conferências, em diferentes países, sobre Literatura, Educação e Folclore, em cujos estudos se especializou.

Torna-se sócia honorária do Instituto Vasco da Gama, em Goa, Índia, em 1953.

Em Délhi, Índia, no ano de 1953, é agraciada com  o título de DoutoraHonoris Causa da Universidade de Délhi.

Recebe o Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962.

No ano seguinte, ganha o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro "Poemas de Israel", concedido pela Câmara Brasileira do Livro.

Seu nome é dado à Escola Municipal de Primeiro Grau, no bairro de Cangaíba, São Paulo (SP), em 1963.

Falece no Rio de Janeiro a 9 de novembro de 1964, sendo-lhe prestadas grandes homenagens públicas. Seu corpo é velado no Ministério da Educação e Cultura. Recebe, ainda em 1964, o Prêmio Jabuti de Poesia, pelo livro "Solombra", concedido pela Câmara Brasileira do Livro.

Ainda em 1964, é inaugurada a Biblioteca Cecília Meireles em Valparaiso, Chile.

Em 1965,  é agraciada com o Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto de sua obra, concedido pela Academia Brasileira de Letras. O Governo do então Estado da Guanabara denomina Sala Cecília Meireles o grande salão de concertos e conferências do Largo da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro. Em São Paulo (SP), torna-se nome de rua no Jardim Japão.

Em 1974, seu nome é dado a uma Escola Municipal de Educação Infantil, no Jardim Nove de Julho, bairro de São Mateus, em São Paulo (SP).

Uma cédula de cem cruzados novos, com a efígie de Cecília Meireles, é lançada pelo Banco Central do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), em 1989.

Em 1991, o nome da escritora é dado à Biblioteca Infanto-Juvenil no bairro Alto da Lapa, em São Paulo (SP).

O governo federal, por decreto, instituiu o ano de 2001 como "O Ano da Literatura Brasileira", em comemoração ao sesquicentenário de nascimento do escritor Silvio Romero e ao centenário de nascimento de Cecília Meireles, Murilo Mendes e José Lins do Rego.

Há uma rua com o seu nome em São Domingos de Benfica, uma freguesia da cidade de Lisboa. Na cidade de Ponta Delgada, capital do arquipélago dos Açores, há uma avenida com o nome da escritora, que era neta de açorianos.

Traduziu peças teatrais de Federico Garcia Lorca, Rabindranath Tagore, Rainer Rilke e Virginia Wolf.

Sua poesia, traduzida para o espanhol, francês, italiano, inglês, alemão, húngaro, hindu e urdu, e musicada por Alceu Bocchino, Luis Cosme, Letícia Figueiredo, Ênio Freitas, Camargo Guarnieri, Francisco Mingnone, Lamartine Babo, Bacharat, Norman Frazer, Ernest Widma e Fagner, foi assim julgada pelo crítico Paulo Rónai:

"Considero o lirismo de Cecília Meireles o mais elevado da moderna poesia de língua portuguesa.  Nenhum outro poeta iguala o seu desprendimento, a sua fluidez, o seu poder transfigurador, a sua simplicidade e seu preciosismo, porque Cecília, só ela, se acerca da nossa poesia primitiva e do nosso lirismo espontâneo...A poesia de Cecília Meireles é uma das mais puras, belas e válidas manifestações da literatura contemporânea.

Bibliografia
:
Tendo feito aos 9 anos sua primeira poesia, estreou em 1919 com o livro de poemas Espectros, escrito aos 16 e recebido com louvor por João Ribeiro.

Publicou a seguir:
Criança, meu amor, 1923
Nunca mais... e Poemas dos Poemas, 1923
Criança meu amor..., 1924
Baladas para El-Rei, 1925
O Espírito Vitorioso, 1929 (ensaio - Portugal)
Saudação à menina de Portugal, 1930
Batuque, Samba e Macumba, 1935 (ensaio - Portugal)
A Festa das Letras, 1937
Viagem, 1939
Vaga Música, 1942
Mar Absoluto, 1945
Rute e Alberto, 1945
Rui — Pequena História de uma Grande Vida, 1949 (biografia de Rui Barbosa para crianças)
Retrato Natural, 1949
Problemas de Literatura Infantil, 1950
Amor em Leonoreta, 1952
Doze Noturnos de Holanda & O Aeronauta, 1952
Romanceiro da Inconfidência, 1953
Batuque, 1953
Pequeno Oratório de Santa Clara, 1955
Pistóia, Cemitério Militar Brasileiro, 1955
Panorama Folclórico de Açores, 1955
Canções, 1956
Giroflê, Giroflá, 1956
Romance de Santa Cecília, 1957
A Bíblia na Literatura Brasileira, 1957
A Rosa, 1957
Obra Poética,1958
Metal Rosicler, 1960
Poemas Escritos na Índia, 1961
Poemas de Israel, 1963
Antologia Poética, 1963
Solombra, 1963
Ou Isto ou Aquilo, 1964
Escolha o Seu Sonho, 1964
Crônica Trovada da Cidade de Sam Sebastiam no Quarto Centenário da sua Fundação Pelo Capitam-Mor  Estácio de Saa, 1965
O Menino Atrasado, 1966
Poésie (versão para o francês de Gisele Slensinger Tydel), 1967
Antologia Poética, 1968
Poemas italianos, 1968
Poesias (Ou isto ou aquilo & inéditos), 1969
Flor de Poemas, 1972
Poesias completas, 1973
Elegias, 1974
Flores e Canções, 1979
Poesia Completa, 1994
Obra em Prosa - 6 Volumes - Rio de Janeiro, 1998
Canção da Tarde no Campo, 2001
Episódio humano, 2007

Teatro:
1947 - O jardim
1947 - Ás de ouros
Observação: "O vestido de plumas"; "As sombras do Rio"; "Espelho da ilusão"; "A dama de Iguchi" (texto inspirado no teatro Nô, arte tipicamente japonesa), e "O jogo das sombras" constam como sendo da biografada, mas não são conhecidas.
OUTROS MEIOS:
1947 - Estréia "Auto do Menino Atrasado", direção de Olga Obry e Martim Gonçalves. música de Luis Cosme; marionetes, fantoches e sombras feitos pelos alunos do curso de teatro de bonecos.
1956/1964 - Gravação de poemas por Margarida Lopes de Almeida, Jograis de São Paulo e pela autora (Rio de Janeiro - Brasil)

1965 - Gravação de poemas pelo professor Cassiano Nunes (New York - USA).

1972 - Lançamento do filme "Os inconfidentes", direção de Joaquim Pedro de Andrade, argumento baseado em trechos de "O Romanceiro da Inconfidência".

Biografia do Frei Betto

Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto1 , (Belo Horizonte25 de agosto de 1944) é um escritor e religioso dominicanobrasileiro, filho do jornalista Antônio Carlos Vieira Christo e da escritora e culinarista Maria Stella Libanio Christo, autora do clássico "Fogão de Lenha - 300 anos de cozinha mineira" (Garamond).
Professou na Ordem Dominicana, em 10 de fevereiro de 1966, em São Paulo.
Adepto da Teologia da Libertação, é militante de movimentos pastorais e sociais, tendo ocupado a função de assessor especial do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva entre 2003 e 2004. Foi coordenador de Mobilização Social do programaFome Zero.
Esteve preso por duas vezes sob a ditadura militar: em 1964, por 15 dias; e entre 1969-1973.2 Após cumprir quatro anos de prisão, teve sua sentença reduzida pelo STF para dois anos. Sua experiência na prisão está relatada nos livros "Cartas da Prisão" (Agir), "Dário de Fernando - nos cárceres da ditadura militar brasileira" (Rocco) e Batismo de Sangue (Rocco). Premiado com o Jabuti de 1983, traduzido na França e na Itália, Batismo de Sangue descreve os bastidores do regime militar, a participação dos frades dominicanos na resistência à ditadura, a morte de Carlos Marighella e as torturas sofridas por Frei Tito. Baseado no livro, o diretor mineiro Helvécio Ratton produziu o filme Batismo de Sangue, lançado em 2007.3
Frei Betto recebeu vários prêmios por sua atuação em prol dos direitos humanos e a favor dos movimentos populares.4
Assessorou vários governos socialistas, em especial Cuba, nas relações Igreja Católica-Estado.
Frei Betto

Nome completoCarlos Alberto Libânio Christo
Nascimento25 de agosto de 1944 (70 anos)
Belo Horizonte
NacionalidadeBrasileira
OcupaçãoReligiosoTeólogoEscritor











Classificação dos pronomes

Definição:

A palavra que acompanha (determina) ou substitui um nome é denominada pronome.
Ex.: Ana disse para sua irmã: 
Eu preciso do meu livro de matemática. Você não o encontrou? Ele estava aqui em cima da mesa. 
1. eu substitui "Ana"
2. meu acompanha "o livro de matemática"
3. o substitui "o livro de matemática"
4. ele substitui "o livro de matemática"

Flexão

Quanto à forma, o pronome varia em gênero, número e pessoa:
Gênero (masculino/feminino)
Ele saiu/Ela saiu
Meu carro/Minha casa
Número (singular/plural) 
Eu saí/Nós saímos
Minha casa/Minhas casas
Pessoa (1ª/2ª/3ª)
Eu saí/Tu saíste/Ele saiu
Meu carro/Teu carro/Seu carro

Função

O pronome tem duas funções fundamentais:
Substituir o nome
Nesse caso, classifica-se como pronome substantivo e constitui o núcleo de um grupo nominal.
Ex.: Quando cheguei, ela se calou. (ela é o núcleo do sujeito da segunda oração e se trata de um pronome substantivo porque está substituindo um nome)
Referir-se ao nome
Nesse caso, classifica-se como pronome adjetivo e constitui uma palavra dependente do grupo nominal.
Ex.: Nenhum aluno se calou. (o sujeito "nenhum aluno" tem como núcleo o substantivo "aluno" e como palavra dependente o pronome adjetivo "nenhum")

Pronomes Pessoais

São aqueles que substituem os nomes e representam as pessoas do discurso:
1ª pessoa - a pessoa que fala - EU/NÓS
2ª pessoa - a pessoa com que se fala - TU/VÓS
3ª pessoa - a pessoa de quem se fala - ELE/ELA/ELES/ELAS

Pronomes pessoais retos: 
são os que têm por função principal representar o sujeito ou predicativo.

Pronomes pessoais oblíquos: são os que podem exercer função de complemento.
Pronomes pessoais

Pronomes oblíquos

Associação de pronomes a verbos:
Os pronomes oblíquos o, a, os, as, quando associados a verbos terminados em -r, -s, -z, assumem as formas lo, la, los, las, caindo as consoantes.
Ex.: Carlos quer convencer seu amigo a fazer uma viagem.
       Carlos quer convencê-lo a fazer uma viagem.
Quando associados a verbos terminados em ditongo nasal (-am, -em, -ão, -õe), assumem as formas no, na, nos, nas.
Ex.: Fizeram um relatório.
       Fizeram-no.
Os pronomes oblíquos podem ser reflexivos e quando isso ocorre se referem ao sujeito da oração.
Ex.: Maria olhou-se no espelho
       Eu não consegui controlar-me diante do público.
Antes do infinitivo precedido de preposição, o pronome usado deverá ser o reto, pois será sujeito do verbo no infinitivo
Ex.: O professor trouxe o livro para mim.(pronome oblíquo, pois é um complemento)
       O professor trouxer o livro para eu ler.(pronome reto, pois é sujeito)

Pronomes de tratamento

São aqueles que substituem a terceira pessoa gramatical. Alguns são usados em tratamento cerimonioso e outros em situações de intimidade.
Conheça alguns:
 Você (v.) : tratamento familiar
• Senhor (Sr.), senhora (Srª.) : tratamento de respeito
• Senhorita (Srta.) : moças solteiras
• Vossa Senhoria (V.Sª.) : para pessoa de cerimônia
• Vossa Excelência (V.Exª.) : para altas autoridades
• Vossa Reverendíssima (V. Revmª.) : para sacerdotes
• Vossa Eminência (V.Emª.) : para cardeais
• Vossa Santidade (V.S.) : para o Papa
• Vossa Majestade (V.M.) : para reis e rainhas
• Vossa Majestade Imperial (V.M.I.) : para imperadores
•  Vossa Alteza (V.A.) : para príncipes, princesas e duques
1- Os pronomes e os verbos ligados aos pronomes de tratamento devem estar na 3ª pessoa.
Ex.: Vossa Excelência já terminou a audiência? (nesse fragmento se está dirigindo a pergunta à autoridade)
2- Quando apenas nos referimos a essas pessoas, sem que estejamos nos dirigindo a elas, o pronome "vossa" se transforma no possessivo "sua".
Ex.: Sua Excelência já terminou a audiência? (nesse fragmento não se está dirigindo a pergunta à autoridade, mas a uma terceira pessoa do discurso)

Pronomes Possessivos

São aqueles que indicam idéia de posse. Além de indicar a coisa possuída, indicam a pessoa gramatical possuidora.

As principais palavras que podem funcionar como pronomes possessivos:

Pronomes possessivos
Existem palavras que eventualmente funcionam como pronomes possessivos. Ex.: Ele afagou-lhe (= seus) os cabelos.

Pronomes Demonstrativos

Os pronomes demonstrativos possibilitam localizar o substantivo em relação às pessoas, ao tempo, e sua posição no interior de um discurso.
Pronomes
Espaço
Tempo
Ao dito
Enumeração
este, esta, isto, estes, estas
Perto de quem fala (1ª pessoa).
Presente
Referente aquilo que ainda não foi dito.
Referente ao último elemento citado em uma enumeração.
Ex.: Não gosteideste livro aqui.
Ex.: Neste ano, tenho realizado bons negócios.
Ex.: Esta afirmação me deixou surpresa: gostava de química.
Ex.: O homem e a mulher são massacrados pela cultura atual, masesta é mais oprimida.
esse, essa, esses, essas
Perto de quem ouve (2ª pessoa).
Passado ou futuro próximos
Referente aquilo que já foi dito.

Ex.: Não gosteidesse livro que está em tuas mãos.
Ex.: Nesse último ano, realizei bons negócios
Ex.: Gostava de química. Essaafirmação me deixou surpresa

aquele, aquela, aquilo, aqueles, aquelas
Perto da 3ª pessoa, distante dos interlocutores.
Passado ou futuro remotos

Referente ao primeiro elemento citado em uma enumeração.
Ex.: Não gosteidaquele livro que a Roberta trouxe.
Ex.: Tenho boas recordações de 1960, pois naquele ano realizei bons negócios.

Ex.: O homem e a mulher são massacrados pela cultura atual, mas esta é mais oprimida que aquele.

Pronomes Indefinidos

São pronomes que acompanham o substantivo, mas não o determinam de forma precisa.

Alguns pronomes indefinidos:

Pronomes indefinidos

Algumas locuções pronominais indefinidas: 

cada qual
qualquer um
tal e qual
seja qual for
sejam quem for
todo aquele
quem quer (que)
uma ou outra
todo aquele (que)
tais e tais
tal qual
seja qual for


Uso de alguns pronomes indefinidos:

Algum
a) quando anteposto ao substantivo da idéia de afirmação
"Algum dinheiro terá sido deixado por ela." 

b) quando posposto ao substantivo dá idéia de negação
"Dinheiro algum terá sido deixado por ela."
Obs.: O uso desse pronome indefinido antes ou depois do verbo está ligado à intenção do enunciador. 
Demais
Este pronome indefinido, muitas vezes, é confundido com o advérbio "demais" ou com alocução adverbial "de mais".
Ex.: "Maria não criou nada de mais além de uma cópia do quadro de outro artista." (locução adverbial)
       "Maria esperou os demais." (pronome indefinido = os outros)
       "Maria esperou demais." (advérbio de intensidade) 

        Veja mais em: Advérbios de Intensidade - "de mais" e "demais"
Todo
É usado como pronome indefinido e também como advérbio, no sentido de completamente, mas possuindo flexão de gênero e número, o que é raro em um advérbio.
Ex.: "Percorri todo trajeto." (pronome indefinido)
       "Por causa da chuva, a roupa estava toda molhada." (advérbio)
Cada
Possui valor distributivo e significa todo, qualquer dentre certo número de pessoas ou de coisas.
Ex.: "Cada homem tem a mulher que merece."
Este pronome indefinido não pode anteceder substantivo que esteja em plural (cada férias), a não ser que o substantivo venha antecedido de numeral (cada duas férias).
Pode, às vezes, ter valor intensificador : "Mário diz cada coisa idiota!"

Pronomes relativos

São aqueles que representam nomes que já foram citados e com os quais estão relacionados. O nome citado denomina-se  ANTECEDENTE do pronome relativo.
Ex.:"A rua onde moro é muito escura à noite."
onde: pronome relativo que representa "a rua"
a rua: antecedente do pronome "onde"

Alguns pronomes que podem funcionar como pronomes relativos: 

FORMAS VARIÁVEIS
 FORMAS INVARIÁVEIS
Masculino
Feminino

o qual / os quais
a qual / as quais
quem
quanto / quantos
quanta / quantas
que
cujo / cujos
cuja /  cujas
onde
O pronome relativo QUEM sempre possui como antecedente uma pessoa ou coisas personificadas, vem sempre antecedido de preposição e possui o significado de "O QUAL"
Ex.: "Aquela menina de quem lhe falei viajou para Paris."
Antecedente: menina
Pronome relativo antecedido de preposição: de quem
Os pronomes relativos CUJOCUJA sempre precedem a um substantivo sem artigo e possuem o significado "DO QUAL" "DA QUAL"
Ex.: "O livro cujo autor não me recordo." 
Os pronomes relativos QUANTO(s) e QUANTA(s) aparecem geralmente precedidos dos pronomes indefinidos tudo, tanto(s), tanta(s), todos, todas.
Ex.: "Você é tudo quanto queria na vida."
O pronome relativo ONDE tem sempre como antecedente palavra que indica lugar.
Ex.: "A casa onde moro é muito espaçosa."
O pronome relativo QUE admite diversos tipos de antecedentes: nome de uma coisa ou pessoa, o pronome demonstrativo ou outro pronome.
Ex.: "Quero agora aquilo que ele me prometeu."
Os pronomes relativos, na maioria das vezes, funcionam como conectivos, permitindo-nos unir duas orações em um só período.
Ex.:A mulher parece interessada. A mulher comprou o livro.
      (A mulher que parece interessada comprou o livro.)

Pronomes interrogativos

Os pronomes interrogativos levam o verbo à 3ª pessoa e são usados em frases interrogativas diretas ou indiretas.
Não existem pronomes exclusivamente interrogativos e sim que desempenham função de pronomes interrogativos, como por exemplo: QUE, QUANTOS, QUEM, QUAL, etc.
Ex.: "Quantos livros teremos que comprar?"
        "Ele perguntou quantos livros teriam que comprar."
        "Qual foi o motivo do seu atraso?"

terça-feira, 14 de outubro de 2014

ÁGUA

Jornal Metro-Belo horizonte,terça-feira,30/9/2014                          
 Comitê quer levantamento sobre nascente que secou no estado!!!

A estiagem histórica que afeta Minas preocupa o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco. Os 29 membros da Câmara Consultiva Regional do Alto São Francisco votam uma série de recomendações a serem apresentadas á Agência Nacional de Águas. As medidas visam revitalizar a bacia do Rio São Francisco.
   “A bacia do Rio São Francisco secou devido á forte estiagem, o que suscitou toda uma discuss


CHEIO

SECO

terça-feira, 15 de julho de 2014

O que aconteceu nas finais da copa entre Alemanha e Argentina

Primeiro tempo

A Alemanha teve mais posse de bola nos primeiros minutos, mas quem deu o primeiro chute a gol foi a Argentina. Em contra-ataque rápido, Higuaín invadiu a área pela direita e bateu cruzado, dando um susto no goleiro Neuer. Jogando fechada na defesa, a seleção sul-americana apostava sempre nos contra-ataques pela direita, nas costas de Höwedes.
Aos 20 minutos, Kroos falhou feio na defesa e criou uma chance clara de gol para os sul-americanos. O alemão cabeceou a bola para trás e colocou Higuaín na cara do gol. Na frente de Neuer, o camisa 9 argentino bateu muito mal, desperdiçando grande oportunidade de abrir o placar.
Os alemães continuavam a tocar a bola na frente de área argentina, mas não conseguiam furar a retranca armada por Sabella. Enquanto isso, os sul-americanos seguiam levando perigo nos contra-golpes. Aos 30 minutos, Lavezzi recebeu livre pela direita e cruzou na medida para Higuaín. O centroavante bateu de primeira para o gol, mas o bandeirinha marcou impedimento no lance, anulando o gol acertadamente.
Joachim Loew teve que fazer uma mudança ainda no primeiro tempo. Kramer sofreu uma pancada na cabeça e deu lugar a Schürrle. Aos 36, primeira grande chance alemã. Müller arrancou pela esquerda e tocou no meio para o camisa 9, que bateu de primeira e obrigou Romero a fazer grande defesa.
Messi criou mais uma boa jogada aos 39. Sempre pela direita, nas costas de Höwedes, ele arrancou com a bola dominada, invadiu a área e tocou para trás na saída de Neuer. A defesa alemã chegou para cortar e impedir o gol. Aos 42, Kroos recebeu boa bola na entrada da área, mas bateu fraco e facilitou a defesa de Romero. Três minutos depois, Höwedes subiu bem após cobrança de escanteio e cabeceou na trave. Foi o último lance de perigo antes do intervalo.

Segundo tempo

Os sul-americanos voltaram melhor do intervalo, avançando a marcação e ficando mais com a bola nos pés. Sabella também fez mudanças no time, colocando Aguero no lugar de Lavezzi. Logo na marca de 1 minuto, Messi quase abriu o placar. Ele recebeu grande passe pela esquerda e, já dentro da área, bateu cruzado, mandando a bola muito perto da trave de Neuer.
Aos poucos a Alemanha foi recuperando o domínio de jogo, mas ainda sem chegar com perigo ao gol de Romero. Os europeus tocavam a bola em volta da área, mas os sul-americanos bem fechados não permitiam a finalização.
Aos 29 minutos, Messi voltou a dar trabalho para a defesa alemã. O craque do Barcelona dominou a bola na direita, carregou para o meio e bateu de esquerda, mas a bola saiu à direita de Neuer. Pouco depois, Higuaín foi substituído pelo também atacante Palacio.
Mais presentes no ataque, os alemães chegaram com perigo aos 36. Özil fez boa jogada pela direita, puxou para o pé esquerdo e rolou na medida para Kroos. Na entrada da área, o camisa 18 pegou muito mal na bola, chutando sem força e para fora.
Faltando 5 minutos para o fim do segundo tempo, a Argentina fez sua última alteração. Saiu Perez para a entrada do volante Gago. O técnico Loew também mexeu na Alemanha. Klöse deu lugar a Götze. Visivelmente cansados e já pensando na prorrogação, as duas equipes não se arriscaram nos minutos finais, mantendo o 0 x 0 no placar até o apito do árbitro.

Prorrogação

A seleção alemã partiu com tudo para cima dos argentinos na prorrogação, levando perigo e deixando mais espaço para os argentinos. Logo no primeiro minuto Schürrle obrigou Romero a fazer importante defesa após jogada tramada pela esquerda. Aos 6 minutos, foi Palacio quem assustou. Ele recebeu lançamento nas costas da defesa, matou no peito e tentou tocar por cima de Neuer, mas jogou para fora.
Aos 7 minutos do segundo tempo da prorrogação, a Alemanha colocou a mão na taça graças a dois jogadores que começaram no banco de reservas. Schürrle arrancou pela esquerda e cruzou na medida para Götze. O camisa 19 matou bonito no peito e chutou antes de a bola cair para abrir o placar e colocar os europeus na frente. O segundo gol do alemão na Copa foi também o mais importante de toda a campanha.
No desespero, os argentinos começaram a jogar a bola na área tentando empatar. Mas faltava pouco tempo e os altos defensores alemães afastaram o perigo com segurança. Festa da torcida alemã no Maracanã, tetracampeã do mundo de futebol.